quinta-feira, 6 de janeiro de 2011




Do fundo do meu coração


Roberto Carlos uma vez, fez um depoimento sobre uma canção que ele compôs, disse na ocasião que a tinha escrito num momento em que se econtrava num turbilhão de sentimentos, totalmente dilacerado e decidido a dar um basta em um relacionamento doentio.


Então quero aqui usar as palavras de Roberto, pra ilustrar esse momento, de decisão, de coração partido, de arrependimento por ter sucumbido a um relacionamento igualmente doentio, que hoje tá completando 4 anos, mas que hoje também teve seu fim.


http://http://letras.terra.com.br/roberto-carlos/48582/

domingo, 10 de outubro de 2010

Amor de verdade

Estou cansada de falsas promessas de amor. De um "eu te amo hoje" e amanhã um "eu te odeio". Eu quero é cumplicidade, olhar no olho sem falas, amar hoje e amanhã também. Quero um amor como o de Yoko e John Lennon, Claudiana e Anderson, Luciana e Woltony. Histórias de amores verdadeiros, palpáveis e não aquelas de contos de fadas, como da Branca de Neve ou Cinderela, eu digo real... Mas uma coisa me intriga...nas três histórias de amor que citei, um dos amados se foi antes da velhice. Três ficaram sem os pares, sofrendo a dor da saudade, a dor de escovar os dentes com a escova do outro procurando um simples cheiro...

Parece que amores de verdade nesse planeta duram pouco...mistérios que não alcançaremos.
Eu quero viver intensamente, pois diante dessas histórias aprendo que o hoje é que é importante, mas quem nos rodeia nem sabe do que se trata...isso mata qualquer vontade...

Quero paz, amor, carinho e um amorzinho para amar, cuidar, ser cuidada até quando Deus quiser....e agradecer, só isso...
Espero...

segunda-feira, 4 de outubro de 2010


O QUE NOS RESTA PENSAR?
Ontem aconteceu um dos mais expressivos momentos da nossa democracia: o pleito. Mas sinceramente, há o que se orgulhar?
Podemos comemorar quando só presenciamos baixaria, fichas sujas que nunca serão limpas ou negadas, falta de projetos práticos que tragam uma mudança real, sorrisos falsos, abraços, beijinhos, atos falhos, frutas que se candidatam (pêra, melancia, morango e por aí vai), palhaços que levam o primeiro lugar nas urnas, sem ao menos saber o que faz um deputado federal ("deixa que depois eu vejo" é brincadeira!!!), pagodeiros, jogadores de futebol? enfim...
Hoje, mais que nunca não sei o que pensar mais dessa dita democracia que pode também nos prender ao absurdo.
Como disse um sociólogo hoje no noticiário (desculpe não lembrar o nome): "Teremos saudade da bancada que existia em 2010".
Isso só me deixa mais revoltada com o rumo que esse país leva, ou melhor com o rumo que o povo dá a esse país.
E pior que pode piorar!
Não quero aqui ser pessimista, longe de mim. Mas sou realista, apesar de bastante sonhadora.
Minha vontade hoje é de habitar naquele novo planeta que foi encontrado e começar tudo de novo, de uma forma decente e com valores importantes, os quais estão totalmente esquecidos nessa droga de sociedade moderna.

domingo, 19 de setembro de 2010

Viver Amor

Eu quero viver amor. Aquele amor que te arranca suspiros e palpitações, mas que ao mesmo tempo te acalma e te faz dormir na santa paz. Um amor que cuide, que permita ser cuidado. Que deixe livre e que proteja. Um amor doce, atencioso, apaixonado. Um amor sem cobranças, incondicional, afetuoso e fervoroso. Um amor que tenha um ombro e um abraço quente, acolhedor, que me faça feliz a cada amanhecer.

Nos dias de hoje a gente não vê amores assim. Há muitas mulheres balzacas solteiras, atrás do sentimento, do companheirismo e muitas encontram apenas paixões de um dia ou até dois.
Mas existe sim amores de verdade, que são construídos com base na afetividade, na companhia, do dia a dia. Amores que ultrapassam fronteiras do visível e o invísivel. Amores que foram lapidados na adolescência e chegaram à fase adulta com o mesmo fogo da paixão.
Amores que superam distâncias. Amores que superam até a dor da saudade, do nunca mais ver.

E quando vejo amores assim, dá uma vontade tão grande de se apaixonar, de amar assim também. Mas há poucos que querem isso.
O que se quer é amor mesmo, cuidado, proteção, atenção.

Eu acredito que o amor, aquele de verdade, vem, vai chegar. Não sei como, de onde e quando, mas ele vem sim.
E a cada dia eu acredito, eu tenho que acreditar, para assim, dividir com o outro também o que tenho de melhor.

Venha logo!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010


Um coração que sangra...

Eu, sinceramente, não queria enfileirar as estatísticas com números crescentes de mulheres independentes e sozinhas; esse cadastro de reserva tão sofrido, consumidoras de livros, filmes, artigos para o cotidiano solitário, somente para elas, que só enfatizam mais ainda sua condição.
Queria não!
O último affair não vingou (lembram de César? poizé!) Mais um para minha coleção de frustrações na minha vida (des)amorosa.
Não é que fosse um grande amor, longe disso, mas sim o sonho de algo bom que pudesse surgir de tantos galanteios tão agradáveis. Talvez a minha carência tenha me permitido iludir-me mais uma vez.
Má sorte, vítima da sociedade ou sou eu que tenho dedo podre?
Talvez os três. E aí quando penso nessa condição, nas mudanças da sociedade contemporânea, acabo perdendo as esperanças, porque tendo a negar que meu estado atual é algo que vai ser resolvido pela providência divina.
Enfim, meu coração tá sangrando, mas sei que vai passar, é só a tristeza que tô mastigando feito chiclete.

terça-feira, 14 de setembro de 2010

"As coisas não precisam de você...

... quem disse que eu tinha que precisar?"

Até ontem eu tava presa à você, emocionalmente presa. Sou uma mulher independente, tenho um bom emprego, uma estabilidade familiar, uma rede de amigos magnífica, sou alegre e gosto de viver, mas existe algo em você que me tolhe; sua presença, sua energia, sua forma de ser, como se fosse uma força obscura, não sei o que é, ou melhor, sei sim!
Descobri que uma independência eu não tenho: a emocional, e que preciso me educar urgentemente. Minha carência de amor, de companheirismo, de cumplicidade me faz morrer em seus braços nem sempre agradáveis. Me faz concordar em tudo e aceitar situações ridículas aos olhos de qualquer pessoa. Medo de ficar sozinha? E o medo de afundar-se em um relacionamento fadado ao fracasso, onde está?
Mas isso foi ontem. Em sonho, ou melhor, em pesadelo, Deus me mostrou o que está acontecendo e o que pode piorar se eu insistir nessa tolice tamanho família. Juntou-se a isso os últimos acontecimentos, a sua falta de tato, insensibilidade e individualismo.
Percebi que não preciso disso e muito menos de você. E aprendo aos poucos a me estabilizar emocionalmente para não deixar meus monstros tomarem o rumo de meus sonhos.
Relacionamentos são importantes, porém detalhes. O importante é ser feliz!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

O negócio é dar a César o que é de César!!!

E você está aí começando a ler este post, pensando que é uma lição de moral daquelas bem piegas né? Pois não é!
César é nome dele. É isso mesmo! E eu quero dar pra ele! Gente que loucura, que braços, que peitoral, adooooro. E dar não é só aquilo que você tá pensando não. É dar carinho, a paixão que contagia o dia e me faz sorrir feito adolescente, beijos enlouquecidos, amassos dentro do carro preto dele, a euforia menina e o brilho que só a mulher de 30 tem.
Mas é aquilo que você tá pensando também...
Fazer amor de madrugada, em cima da mesa, embaixo da escada!
Sair pra tomar sorvete. Ir ao cinema, praia, viajar... ai gente lá vem eu de novo com os velhos sonhos que acometem todas nós. E estarei eu errada? Acredito que não né? Nada melhor que viver a dois uma cumplicidade gostosa em todos os sentidos, até que dure essa paixão, ou esse amor, sei lá.
Tenho me "apaixonado" muito ultimamente, e César é a bola da vez, os outros não vingaram, César vingará?
Bem, não sei, mas dê a César o que é de César!!!