Eu quero viver amor. Aquele amor que te arranca suspiros e palpitações, mas que ao mesmo tempo te acalma e te faz dormir na santa paz. Um amor que cuide, que permita ser cuidado. Que deixe livre e que proteja. Um amor doce, atencioso, apaixonado. Um amor sem cobranças, incondicional, afetuoso e fervoroso. Um amor que tenha um ombro e um abraço quente, acolhedor, que me faça feliz a cada amanhecer.
Nos dias de hoje a gente não vê amores assim. Há muitas mulheres balzacas solteiras, atrás do sentimento, do companheirismo e muitas encontram apenas paixões de um dia ou até dois.
Mas existe sim amores de verdade, que são construídos com base na afetividade, na companhia, do dia a dia. Amores que ultrapassam fronteiras do visível e o invísivel. Amores que foram lapidados na adolescência e chegaram à fase adulta com o mesmo fogo da paixão.
Amores que superam distâncias. Amores que superam até a dor da saudade, do nunca mais ver.
E quando vejo amores assim, dá uma vontade tão grande de se apaixonar, de amar assim também. Mas há poucos que querem isso.
O que se quer é amor mesmo, cuidado, proteção, atenção.
Eu acredito que o amor, aquele de verdade, vem, vai chegar. Não sei como, de onde e quando, mas ele vem sim.
E a cada dia eu acredito, eu tenho que acreditar, para assim, dividir com o outro também o que tenho de melhor.
Venha logo!
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