
Um coração que sangra...
Eu, sinceramente, não queria enfileirar as estatísticas com números crescentes de mulheres independentes e sozinhas; esse cadastro de reserva tão sofrido, consumidoras de livros, filmes, artigos para o cotidiano solitário, somente para elas, que só enfatizam mais ainda sua condição.
Queria não!
O último affair não vingou (lembram de César? poizé!) Mais um para minha coleção de frustrações na minha vida (des)amorosa.
Não é que fosse um grande amor, longe disso, mas sim o sonho de algo bom que pudesse surgir de tantos galanteios tão agradáveis. Talvez a minha carência tenha me permitido iludir-me mais uma vez.
Má sorte, vítima da sociedade ou sou eu que tenho dedo podre?
Talvez os três. E aí quando penso nessa condição, nas mudanças da sociedade contemporânea, acabo perdendo as esperanças, porque tendo a negar que meu estado atual é algo que vai ser resolvido pela providência divina.
Enfim, meu coração tá sangrando, mas sei que vai passar, é só a tristeza que tô mastigando feito chiclete.
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